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Conjuntura Internacional :: Publicação

ano 8 • nº 1 • 12 a 25/03/2011 • ISSN 1809-6182

Confira a publicação Conjuntura Internacional na íntegra Adobe® Acrobat® Reader™

A reação africana às revoltas no mundo árabe

O Norte da África e o Oriente Médio têm sido palcos de revoltas não comuns a países de tradição árabe. O Magreb, onde as revoltas alcançaram resultados mais significativos, se tornou capa dos principais jornais do mundo e fez com que o mundo se voltasse àquela região. As implicações dessas revoltas além dos países dessa região foram sentidos em todos os continentes. Na África Subsaariana, parte importante da vizinhança do mundo árabe, pode-se verificar tais implicações.
Por Carlos Roberto de Souza e Marina Scotelaro

As diferentes reações na América sobre os protestos no mundo islâmico

Os protestos no mundo islâmico ganham destaque na mídia internacional e geram diferentes posicionamentos dos países nas diversas regiões do mundo. Essas disparidades devem ser avaliadas de acordo com os princípios da política externa e o papel político do país na conjuntura internacional. No caso do continente americano, os posicionamentos dos Estados Unidos, Brasil e Venezuela podem ser contrastados.
Por Clarice Moreira, Marcela Linhares e Rúbia Rodrigues

Ecos na Ásia: reflexos das revoltas árabes e a possibilidade de um “efeito dominó”

Os movimentos contra governos totalitários na Tunísia, Egito, dentre outros no mundo árabe, motivam grupos de oposição de vários países a buscarem uma mudança. Na Ásia, países como China e Irã já sentem ecos desta onda. Mas revoluções populares não são novidades no continente, que servem como exemplo para os árabes deste início de década.
Por Rafael Bittencourt

A reação europeia em relação às revoltas no mundo árabe

Desde o final do ano passado vários países do Norte da África e do Oriente Médio se transformaram em um amplo palco de grandes manifestações populares que visam derrubar ditadores que se perpetraram no poder por algumas décadas. A União Européia, antes parceira dos países da região, mudou o discurso e já aprovou um pacote de sanções destinadas à Líbia. Uma ação mais intensa, como uma invasão, não esta totalmente descartada.
Por Vinícius Tavares

A atual situação do Egito e as perspectivas para a reconstrução do país

Após vários dias de protestos da população, Hosni Mubarak, presidente do Egito, há 30 anos no poder, renuncia. O ditador deixou o poder para o exército, e o anúncio de sua renúncia foi feito pelo vice-presidente, Omar Suleiman, através da TV Estatal. Desde então, as Forças Armadas estão governando o país, afirmando que pretendem administrá-lo por aproximadamente 6 meses, até que aconteçam as próximas eleições.
Por Pedro Casas

 
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