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Inspirado nas revoltas no Oriente Médio e nas acampadas do Movimento dos Indignados na Espanha, o movimento Occupy Wall Street desponta como voz crítica à influência corporativa no processo democrático, à atual desigualdade econômica e às consequências da crise financeira. Destacando-se pela independência frente aos partidos políticos – Democrata e Republicano – e pela ampla mobilização em um país tão marcado pelo individualismo, o movimento aponta para uma possível crise da representação política americana. Por Daniel Teixeira da Costa Araújo